Também procurado como: oração contra chefe ruim · decreto para me proteger do meu chefe · oração para suportar o trabalho · decreto contra assédio no trabalho
Decreto para lidar com chefe abusivo: texto e como fazer
Para quem acorda com o estômago fechado por causa do trabalho. Um decreto de proteção e limite enquanto você organiza a sua saída ou a sua defesa.
Resumo
- Para quando
- Seu chefe humilha, grita, expõe você na frente dos colegas ou cobra o impossível, e você acorda com medo de ir.
- Melhor momento
- De manhã, antes de sair de casa, e de novo antes de qualquer reunião com ele.
- Quantas vezes
- Todo dia, enquanto você estiver nesse ambiente.
- Elementos (opcional)
- Nenhum. Se quiser, um copo d’água pela manhã e um raminho de arruda na bolsa.
Para que serve o decreto para lidar com chefe abusivo?
Trabalhar com quem humilha adoece. Começa com o domingo estragado, vira dor de cabeça, insônia, estômago fechado e a sensação de que você não serve para nada.
A parte mais cruel é que o abuso confunde: você passa a achar que é exagero seu, que todo mundo aguenta, que o problema é você não dar conta.
Este decreto tem dois objetivos. Proteger o seu campo enquanto você precisa estar lá, e devolver a clareza de que o comportamento dele é dele — para você poder decidir o que fazer.
- Você é exposta ou corrigida na frente dos outros.
- As metas mudam sozinhas e nunca é suficiente.
- Você pede as coisas por escrito e recebe resposta só na conversa.
- Os domingos à noite doem de pensar na segunda-feira.
O decreto para lidar com chefe abusivo (texto completo)
Diga de manhã, em casa, em voz alta. No trabalho, repita em pensamento antes das reuniões.
Eu, [seu nome], entro hoje neste trabalho protegida e consciente de quem eu sou. Fecho o meu campo com firmeza e serenidade. O que vem em forma de grito, humilhação ou desprezo não é sobre o meu valor. Devolvo, com respeito, o que não é meu: a raiva dele fica com ele. Eu faço o meu trabalho com cuidado, e isso já é bastante. Não me diminuo, não peço desculpa pelo que não fiz e não aceito ser tratada com desprezo. Guardo o que preciso guardar, por escrito, com data e com calma. Peço clareza para enxergar o que depende de mim e o que não depende. Que se abram os caminhos para um trabalho onde eu seja respeitada. Não desejo mal a ninguém, e não fico onde eu adoeço. O meu valor não está na mão desta pessoa. Assim é.
Como fazer o decreto e o que fazer além dele
- Diga de manhã, em pé, e imagine uma luz clara te envolvendo da cabeça aos pés.
- Beba um gole d’água devagar antes de sair.
- Repita em pensamento antes de cada reunião com ele.
- Peça e confirme por escrito o que for combinado: e-mail e mensagem valem como registro.
- Guarde num caderno ou num arquivo em casa as datas e o que aconteceu, com suas palavras.
- Converse com alguém de confiança fora do trabalho. Abuso cresce no silêncio.
- Comece a olhar o mercado, mesmo sem intenção imediata de sair. Ter opção muda o corpo.
- Ao chegar em casa, tome um banho morno do pescoço para baixo e deixe a água levar o dia.
O que costuma mudar depois?
A primeira mudança é sair da dúvida. Quando você nomeia o que acontece, para de gastar energia se perguntando se é exagero seu.
Com o campo mais fechado, os ataques doem menos na hora e grudam menos depois. Você continua no mesmo lugar, mas não volta para casa carregando tudo.
Muita gente relata que, depois de algumas semanas, começa a se mover: atualiza o currículo, procura o sindicato, marca conversa com o RH. Movimento é o oposto de paralisia.
Quando o caso não é de decreto?
Humilhação repetida, exposição, isolamento e ameaça podem configurar assédio moral. Isso é assunto de RH, de sindicato e de advogado trabalhista, com registro e prova. Procure orientação.
Se houver assédio sexual, ameaça ou agressão física, o caminho é a delegacia.
Se você está em perigo, ligue 190. Para orientação sobre violência contra a mulher, ligue 180 (24 h, ligação gratuita).
Na blindagem energética, eu trabalho com você o fortalecimento do campo para ambientes pesados. Quando você decide sair, a abertura de caminhos ajuda a destravar o próximo passo. Atendo em Cotia e online.
Ambiente de trabalho abusivo adoece de verdade: dor, insônia e crises pedem avaliação médica e psicológica. Se vierem pensamentos de morte ou de se machucar, procure agora o CVV 188 (24 h) ou o SAMU 192. As terapias holísticas são complementares e não substituem acompanhamento médico, psicológico ou psiquiátrico.
Terapias relacionadas
Para aprofundar
Aprofunde com E-book Ervas Sagradas
E-book digital (PDF)
E-book Ervas Sagradas
Fundamentos, preparos e a ação energética de mais de 100 ervas, do jeito que ensino no templo.
Perguntas frequentes
O decreto muda o meu chefe?
Não. Ninguém muda por decreto de outra pessoa. O que muda é a sua proteção, a sua clareza e a sua capacidade de agir em vez de congelar.
Posso pedir para ele ser demitido?
Não faço nada contra ninguém. Se o comportamento dele é irregular, o caminho é registro, RH, sindicato e, se necessário, justiça do trabalho.
Preciso pedir demissão?
Essa decisão é sua e tem consequências práticas, inclusive de direitos. Converse com um advogado trabalhista antes de pedir demissão, para não abrir mão do que é seu.
E se eu não puder sair agora?
Então o decreto vira cuidado diário enquanto você se organiza: proteção de manhã, registro durante o dia, banho ao chegar e um plano de saída sendo construído sem pressa.
Outros decretos
- Decreto de proteçãoUma oração em forma de decreto para fechar o seu campo antes de sair de casa, depois de um dia pesado ou antes de uma conversa difícil.Ver página
- Decreto de limitesPara quem diz sim querendo dizer não. Um decreto para afirmar seus limites por dentro e uma frase pronta para comunicá-los por fora.Ver página
- Decreto contra fofoca no trabalhoPara quem descobriu que é assunto no corredor. Um decreto para fechar o seu campo e parar de alimentar a conversa que corre pelas suas costas.Ver página
- Decreto para conseguir empregoPara quem manda currículo e não recebe resposta. Um decreto para sustentar a esperança e manter você em movimento enquanto a vaga não vem.Ver página

Se algo aqui soou familiar, vamos conversar
Você não precisa chegar com tudo organizado nem saber o nome do que sente. Me conte em poucas linhas o que está acontecendo e eu explico como podemos seguir.
Lucila Celete · Terapeuta holística · Cotia/SP e online